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Poema rude, por Edmilson Costa

R$10,00

“Este é um livro de poesias feito num tempo sombrio. Um tempo de crise social, econômica e política, agravada por uma pandemia mundial que já matou no Brasil mais de 680 mil pessoas. A pandemia fez com que todos nós tivéssemos que ficar em quarentena por mais de um ano, até que começaram a aparecer as primeiras vacinas. Foi exatamente nesse período terrível que escrevi a maioria desses poemas.

Esses são poemas rudes, porque rude é o tempo em que estamos vivendo. Muitos até me perguntam por que fazer poesia em tempos de fúria? Respondo com um sorriso cortante: porque poesia é, ao mesmo tempo, resistência e alegria, alquimia da alma. E um dia será alimento como o pão, a paz e o feijão. Nesses tempos rudes é preciso sujar as mãos de barro para encontrar a ternura na esquina. E a poesia cumpre esse papel.”

200 páginas.

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Descrição

“Este é um livro de poesias feito num tempo sombrio. Um tempo de crise social, econômica e política, agravada por uma pandemia mundial que já matou no Brasil mais de 680 mil pessoas. A pandemia fez com que todos nós tivéssemos que ficar em quarentena por mais de um ano, até que começaram a aparecer as primeiras vacinas. Foi exatamente nesse período terrível que escrevi a maioria desses poemas.

Esses são poemas rudes, porque rude é o tempo em que estamos vivendo. Muitos até me perguntam por que fazer poesia em tempos de fúria? Respondo com um sorriso cortante: porque poesia é, ao mesmo tempo, resistência e alegria, alquimia da alma. E um dia será alimento como o pão, a paz e o feijão. Nesses tempos rudes é preciso sujar as mãos de barro para encontrar a ternura na esquina. E a poesia cumpre esse papel.”

200 páginas.

Informação adicional

Peso 0.370 kg
Dimensões 14 × 21 × 2 cm

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